melhor pra você
pior
pra mim
pq tem
que ser assim?
esse
jogo
de
perde
e
ganha.
vá
e leve
minhas
saudades
contigo
e deixe a
nossa
dor comigo
eu mereço
esse castigo.
é pouco p/quem
te fez sofrer.
Ps.: Essa letra que fiz pra um sambinha, ou uma bossa, ou um sambossa, é antiga...creio que pros idos de 2004, mas se não me engano é de 2005...postei aqui pois o blog fica muito parado...mas gostei do resultado (a rima agora não foi intencional).
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Campanário
O sino
Badalou
94 vezes
& a calmaria
Adentrou
O cheio luar.
Queria
- eu -
Acreditar
Em algo,
Porém
Os meus
Olhos
Apenas
Ouvem
Os seus
Lábios
Sorrirem...
& nem
Ao menos
Tocam
Os
Meus.
Rodrigo Chagas
Brasília
21/04/16.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
um deslize na atmosfera.
o perigo
em cada quadra...
pessoas acham sempre fácil
quando o erro é (d)o outro.
matem
prendam
exterminem
só perdoem
o meu - grande - equívoco.
Rodrigo Chagas
04/02/16
domingo, 13 de dezembro de 2015
Insalubre (Sem Corrigir).
Tentei não escrever-te...
mas em vão foi.
Estranhos dias quentes,
abafados,
batem defronte aos nossos muros.
Pessoas reacionárias marcham
no lado direito da esquina & dobram a marginal da avenida.
Mulheres olham-me de soslaio,
rapazes chutam-me o traseiro,
cães correm soltos pelo pavimento.
Apaguei todo tipo de contato
que possa ligar-me a você...
Dei um tiro na mente, mas a bala
atravessou direto pela porta de madeira
da casa vizinha.
Acertou o televisor da senhoria,
que foi cobrar-me o aluguel.
Um gosto de salmoura escorre pelas pupilas,
Sem mãos para enxugá-la.
Rodrigo chagas
13/12/15
domingo, 28 de junho de 2015
O Poema que eu trocaria - facilmente - por Maicon, sem pestanejar.
&
A
Vida
Segue
Por
Cada
Rumo;
Direção.
Estou
- eu -
Aqui
Parado,
Orvalho
Frio
Da manhã
Resfria-me a face.
Vejo-te
Ali, colina acima,
Sorrindo,
Com um
Cigarro
Na boca.
Canto
Em cântaros,
Pássaros
Ao vento,
E some você,
Sem ao menos
Saber
Por onde
Vou.
Rodrigo Chagas
28/06/15.
domingo, 31 de maio de 2015
The Old Lady From The Lake
A velha senhora do lago
nadava num raro dia quente de inverno.
A água estava tão clara,
límpida,
cristalina,
refrescante...
nova.
Mas ninguém sabia
os problemas que ela havia passado - visto.
O sol estava alto,
quando ela segurou
seu rosto
- com suas mãos -
e
chorou.
O tempo passa amiúde,
enquanto você não sabe...
Pessoas perdem seus cérebros.
Os anos passam
vagarosamente
quando a felicidade
não mora mais aqui.
Quem estava ela enganando?
Essa não era a vida
que gostaria para si mesma,
que esperava
para sua pessoa.
A senhora velha do lago,
secou sua face,
Sacudiu sua cabeça
*cabelos e ouvidos ao vento*
& voltou para a vida
que todos vivem.
O sol crepusculejava
quando tudo isso ocorreu.
Rodrigo Chagas
31/05/15.
sábado, 30 de maio de 2015
Poema que havia esquecido...
Interlúdio
Dia desses
adormeci na cama,
senti frio
e não havia um cobertor
para aquecer-me.
Então...
pensei em...
cobrir-me
com a coberta,
que envolvia o colchão,
mas a cama
ficaria desforrada.
Encolhi-me
e passei
o frio da noite
entre meus próprios braços.
Hoje
tenho um edredom
- faz muito calor -
& ele torna-se
desnecessário
para aquecer o meu corpo,
uso-o para cobrir os meus olhos
e deixar ainda mais obscurecidos
os meus devaneios...
mas então
é aí
que você aparece
para tirar meu sono
dos meus pensamentos.
Já é dia
& nem o sol
& nem o cobertor
irão me servir para mais nada,
pois já é denso o meu pensamento,
e isso obscurece
a minha falta de penumbra.
Rodrigo Chagas
25/05/15.
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