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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Novo Poema.

Sobre
os meus pés
paralelepípedos
ambulantes,
sob
minha
cabeça
a
calvície
&
k
estamos
nós
no meio
do celeiro
de argila
&
argamassas
da
avenida
principal
do
teu corpo.
Lá fora
gotas
pingadas
&
gatos
de botas
roubam
o último
vintém
das
donzelas
em
seus calabouços
-outrora
torres-
prin
ce
sas
cal
vas,
sem
tranças,
nem
eleva
dores.
Travestidas
&
pintadas.
Glitter
&
make up
PLZ!
2a minha
obturação
quebrou,
3a num teve
nada,
nem um
tostão,
4a meu
time
perdeu.
Tenho
1 emprego
pra
sossego
do meu pai
e
frenesi
de minha
mãe.
Minha garota
não reclama
mais
sobre a
ambição
que me
falta.
Fico ali
sentado
trocando
latas
vencidas
de
validade
ultrapassadas,
parece
pouco,
mas
atualmente
processos
custam
alto.
Em outros
tempos
seria
eu
um príncipe.
não
mais que
um mendigo,
bate
o ponto
&
fim de
Papo!

Rodrigo Chagas.
27.09.11

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Poema novo que acabei de escrever...sem corrigir...2o do ano.

Na mesa posta
xícaras chinesas
exalam
o vapor
do chá,
verde
em sua
nomenclatura,
quente
ele
machuca
meus
lábios
- a parte
mais sensível -
do meu corpo.
Comento
contigo
sobre
roedores
&
animais
silvestres
que
povoaram
meu sonho
+ cedo.
Entre
os teus dentes
uma obturação
prata
ressoa
nas minhas
cavidades.
Seu sorriso
(re)aparece
no esverdeado
reflexo,
o líquido
ferve
no bule,
fico
feliz
pelas
tolices
que
podemos
- finalmente -
retornar
a prosear
nas
noites
que antecedem
o sono.

Rodrigo Chagas
25/04/11.

quinta-feira, 17 de março de 2011

- Mahler -

"Eis a minha Hora".
 Disse - eu - Triunfante
perante aos
meu detratores,
60 anos após meu falecimento.
Hã?
Não pergunte-me 
como, 
afinal
estarei
M
o
rto.


Rodrigo Chagas
17/03/11.